O Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) julgou ilegais os chamamentos públicos da Secretaria de Estado da Saúde (SES) para a seleção de entidade sem fins lucrativos para a gestão do Hospital de Urgências de Goiás (Hugo), pelo período de 36 meses, no valor de R$ 767 milhões, e também atinge os chamamentos para o Hospital Estadual da Mulher (Humu), o Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia (Heapa) e o Hospital Estadual de Santa Helena de Goiás (Herso).